Como sabem, eu gostaria de uma segunda moto. Está nos planos. Futuro distante, é verdade, mas está nos planos.
Só que, além das prioridades (especialmente a casa, que é uma obra que, pronta, nunca termina), a necessidade (especialmente o terceiro filho e a chuva constante) exige um segundo carro. E, como sabem, eu desejava um Opalão. Com a onda retrô, porém, o Opala é sonho distante, até porque prefiro a segunda moto que um Opala.

Alguns amigos mais próximos logo vão lembrar de algo que eu disse faz uns dois anos, em De duas orações paternais. Leia (ou reeleia) e me entenda. Eu estava de olho mesmo em outros modelos, até aqui. Agora, porém, desejo um Astra branco.
Se o mítico estará para sempre além do meu alcance, meu coração bem pode acelerar mais que apenas com o que passa, mas com um cuja direção posso empunhar.
Ainda é sombra, mas é sombra que faz bela homenagem!