domingo, 15 de dezembro de 2013

20131215 Ride

As hortênsias. Uma presença constante de beleza na Serra Gaúcha.
Cromo e asfalto.
Lembram daquelas cenas de filmes em que a presença de Deus era simbolizada em raios solares? Então...
Preto, branco e vermelho.


domingo, 6 de outubro de 2013

201310/09 Ride: Viagem a São Paulo


Eu participaria de um evento em São Paulo. Um amigo traria uma moto de lá, uma Yamaha V-Max. Eu o convenci a trazer rodando e a voltarmos juntos. Fui um pouco antes e nos encontramos uns dias depois. 
Foi uma viagem bastante atribulada, mas bastante divertida. A ida foi tranquila. As dificuldades aconteceram na volta: uma longa fila de carros parados que nos atrasou no início da viagem, pane seca na V-Max, outra fila de carros que seguiu em um trânsito enorme e difícil até à noite após Curitiba, o que fez com que nos separássemos na altura de Joinville (eu toquei até Floripa e nos encontramos no dia seguinte no pedágio após Floripa). Mas de Florianópolis  para Canela tudo seguiu novamente tranquilo.
Início da descida da Serra, e um dos visual mais lindos deste país!
No estacionamento do hotel em Curitiba. À noite e chovendo. Um visual bem diferente do início.
Saindo de Curitiba, sem tantas nuvens.
Bela e Bruta se conhecendo e se preparando para voltarem juntas para casa.
Apesar da diferença de ritmo, espantosamente invertido, Bela e Bruta se deram muito bem.
A pane seca da Bruta.
Perto de Florianópolis.
Mais uma das muitas paradas.
Em Torres, parada para almoçar.
Em São Chico. Pela diferença de ritmo, cheguei um tanto adiantado, em tempo para esta foto.
Aqui os homens se despedem com palavras e em Canela as meninas se despedem com uma buzinada.

domingo, 28 de julho de 2013

20130728 Ride: São Chico

Na garagem.
Rider.
Eu sempre vou amar esta vista!
Curvas.
Retas
Paisagens serranas.
São Chico.
Canela
Uma boa weiss para comemorar o passeio.

domingo, 14 de julho de 2013

A compra da Heritage

Heritage Softail Classic 2008.
Já fazia tempo que eu havia vendido a Mirage e finalmente me via numa situação financeira que possibilitasse a compra de uma moto.

Como sempre tive receio de comprar veículos usados, porque não entendo patavina de mecânica e não tenho olhos para defeitos, e como a grana não chegava para algo maior, pensava em pegar uma Sportster zerada e tentei negociar na IESA, em Porto Alegre, e na Floripa HD, em Florianópolis. Com a IESA era impossível negociar e o atendimento para lá de lamentável. Na Floripa a coisa caminhava melhor, ao menos em termos de atendimento.

Uma das fotos do anúncio da Autostar.
Foi quando vi o anúncio de uma Heritage Classic sem nenhum dos acessórios na Autostar, em São Paulo. 

Eu não gosto das tachinhas dos alforges originais e o preço pedido, por conta da ausência dos acessórios, estava bem razoável. Então iniciei as negociações, solicitei mais algumas fotos, pedi informações e acabei por fechar a compra.  Usada mesmo. Arrisquei.

Agora, compra feita, planejei a viagem para buscá-la no dealer, o que ficou acertado de acontecer no dia 12 de junho de 2013. Iria de de avião e voltaria rodando. Algo fantástico.

Combinei com o vendedor de estar tudo pronto para eu pegar na sexta ao meio dia. Para a viagem de volta eu combinei de me encontrar com um colega de trabalho, que se mudava de São Paulo para Canela e traria sua moto, rodando comigo. O plano era sair do dealer e tocar até Florianópolis (e pernoitar na casa da minha irmã). Ou pelo menos tocar até Curitiba.

Bem, esta era a ideia. Mas foi uma maratona!

Retirada da Heritage,
com o vendedor Augusto.
Ainda em Porto Alegre, no aeroporto, adivinhem? Vôo cancelado! Desinformação comum de aeroportos e caos total, mas consegui pegar um vôo e cheguei em São Paulo às 15:30. Finalmente, dia 12, portanto, lá estava eu no dealer. Ansioso como uma criança diante de um desejado presente de Natal. 

O vendedor, muito atencioso, deixou tudo preparado, conforme o combinado. Mesmo assim, o processo foi longo, só para eu ver minha ansiedade aumentar. Mas, enfim, peguei a menina e tirei uma foto com o vendedor. Até sair de lá, no entanto, já era finzinho do dia.

Meu colega já estava lá e conversamos sobre o que fazer. Decidimos seguir para a estrada e ver até onde conseguiríamos ir. E foi tudo bem tranquilo até passarmos a Serra do Cafezal. Logo depois, entretanto, havia um acidente com um caminhão atravessado na pista. Só danos materiais, felizmente, mas ficamos parados esperando a liberação da pista por pelo menos umas duas horas.

No hotel em Registro.
Tudo tranquilo, eu disse? Eu sou baixinho. E o guidão estava bem lá na frente. Resultado: dor enorme no pescoço. Quando vi as fotos do anúncio e as que o vendedor me enviou eu pensei: "não posso esquecer de ajustar esse guidão lá". Pois é, com a ansiedade e a empolgação nem me lembrei disso, mesmo saindo da concessionária olhando para ele. 

Enfim, saída tardia, atraso por acidente e dor no pescoço, resolvemos parar para pernoitar em Registro.


Parada já perto de Floripa.

No dia seguinte segui o que deu com o guidão como estava. Já após a Serra entre Curitiba e Florianópolis eu não aguentei mais. Parei num posto e pedi pelo amor de Deus ferramentas para ajustar o guidão. O frentista foi bastante solícito e me arrumou as ferramentas necessárias.

Uma vez ajustado o guidão, que diferença! A pilotagem ficou perfeita, inclusive com maior segurança nas curvas. Mas os quilômetros rodados até ali cobraram seu preço em meu pescoço. Doeu o resto da viagem.

Uma coisa já me estava clara: eu teria que colocar um guidão maior e com bastante pullback.

Eu, minha irmã e seu namorado.
Meu colega e eu.
Tocamos até Florianópolis e lá pernoitamos, de acordo com o plano original.

E ainda minha irmã nos levou a um barzinho para relaxar da viagem e, acima de tudo, aliviar minha dor no pescoço.

Murphy e sua lei realmente nos perseguiram nesta viagem!
No dia seguinte seguimos até Canela e todo o restante da viagem foi tranquila. Eu toquei bem pianinho e com muitas paradas por conta do pescoço. Nem a chuva que só chegou já perto de casa atrapalhou.  Enfim deixamos o Murphy para trás!

Cheguei em Canela verdadeiramente exausto. Mas com um sorriso que nunca mais saiu do meu rosto!

Em casa, já sem banco de garupa e eu com muitas idéias de customização.
Poucos dias depois, com o bagageiro na garupa.
Coloquei vários destacáveis nela. Mas foi assim, nua, a configuração em que ela ficou mais bela.