segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Psicodélica esquizofrenia na Serra do Cafezal

Outra viagem a São Paulo. Viagem tranquila, exceto por... A Serra do Cafezal.

Cheguei lá por volta das 20:30. Escuro como o breu. Um trânsito pesado nos dois sentidos.

Então tudo me pareceu por vezes um psicodélico túnel de luzes brancas no lado esquerdo e vermelhas no direito, com dois olhos vermelhos a me guiar. Outras vezes uma esquizofrênica montanha russa sem trilhos, apenas solavancos sobe-e-desce por buracos e irregularidades negras invisíveis no asfalto. E quase sempre era uma esquizofrênica montanha russa em um túnel psicodélico.

Foi uma loucura. Dessas que fazemos porque estamos ali, mas que evitaremos repetir com todas as nossas forças.

Graças aos céus saí ileso. A Ele a glória!

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

domingo, 15 de dezembro de 2013

20131215 Ride

As hortênsias. Uma presença constante de beleza na Serra Gaúcha.
Cromo e asfalto.
Lembram daquelas cenas de filmes em que a presença de Deus era simbolizada em raios solares? Então...
Preto, branco e vermelho.


domingo, 6 de outubro de 2013

20131009 Ride: Viagem a São Paulo


Eu participaria de um evento em São Paulo. Um amigo traria uma moto de lá, uma Yamaha V-Max. Eu o convenci a trazer rodando e a voltarmos juntos. Fui um pouco antes e nos encontramos uns dias depois. 
Foi uma viagem bastante atribulada, mas bastante divertida. A ida foi tranquila. As dificuldades aconteceram na volta: uma longa fila de carros parados que nos atrasou no início da viagem, pane seca na V-Max, outra fila de carros que seguiu em um trânsito enorme e difícil até à noite após Curitiba, o que fez com que nos separássemos na altura de Joinville (eu toquei até Floripa e nos encontramos no dia seguinte no pedágio após Floripa). Mas de Florianópolis para Canela tudo seguiu novamente tranquilo.
Início da descida da Serra, e um dos visual mais lindos deste país!
No estacionamento do hotel em Curitiba. À noite e chovendo. Um visual bem diferente do início.
Saindo de Curitiba, sem tantas nuvens.
Bela e Bruta se conhecendo e se preparando para voltarem juntas para casa.
Apesar da diferença de ritmo, espantosamente invertido, Bela e Bruta se deram muito bem.
A pane seca da Bruta.
Perto de Florianópolis.
Mais uma das muitas paradas.
Em Torres, parada para almoçar.
Em São Chico. Pela diferença de ritmo, cheguei um tanto adiantado, em tempo para esta foto.
Aqui os homens se despedem com palavras e em Canela as meninas se despedem com uma buzinada.