sábado, 7 de janeiro de 2017

Garagem-bar 6

Parte III - Charutos

Depois das partes I - Uma breve explicação de motivos e II - Cachimbo, ficou pendente esta Parte III, sobre charutos.

Don Diego Corona (República Dominicana) e Jack Daniels Honey.
Charuto suave e um tanto adocicado. Neste "pequeno tour",
certamente um dos que mais me agradou.
Como eu já disse alhures, eu sempre tive muita reserva a charutos. "Eia coisa fedida", eu pensava. E pensava também que a coisa não podia ter realmente algum bom sabor. Mas, após a experiência com o cachimbo, e recebendo um charuto caribenho de presente da minha irmã, resolvi experimentar.

A verdade é que gostei demais. Além de ser mais "fácil" que o cachimbo, o sabor é bem mais marcante. O cheiro se me tornou mais agradável, mas sei bem o tanto que incomoda quem não aprecia, pelo que se o cachimbo já é degustado numa espécie de solilóquio, o charuto o é em solidão e o mais afastado de narizes alheios que eu puder. E ainda mais ocasional.

Fiz um pequeno tour, então, por alguns charutos não muito caros, para conhecer um pouco mais. Eis o que experimentei até aqui (em ordem cronológica):
Os selos de charuto que guardei.
Estão, curiosa e não intencionalmente,
na ordem de preferência, de cima para baixo:
Don Diego, Guantanamera, Alonso Menendez,
Vasco da Gama e D.O.C.
(perdi o Dona Flor e o primeiro não possuía selo).
  • O charuto caribenho que minha irmã me trouxe não tinha selo, pelo que não tenho como rastrear para descobrir informações, exceto que era um corona. De todo modo, foi uma experiência surpreendente. Muito saboroso.
  • Vasco da Gama Corona (Alemanha). Este é um charuto bem barato, short filler. Suave e fácil: excelente para uma apreciação despretensiosa.
  • Dona Flor Corona (Brasil). Achei por demais amargo. Não gostei.
  • Don Diego Corona (República Dominicana). Long filler suave e um tanto adocicado. Perfeito ao meu paladar (ao menos o atual).
  • Alonso Menendez Robusto (Brasil). Único robusto que experimentei até agora. Estava apreensivo por ser brasileiro após a experiência anterior e porque me disseram que o amargor era característica dos charutos nacionais. Mas este long filler foi bem saboroso.
  • D.O.C. Cristal (Nicarágua). Corona medium filler apreciado durante o Curitibanos Harley & Custom. Foi interessante pela experiência toda mais que pelo sabor (que não exatamente desagradou, apenas não me foi marcante, e também perdeu qualquer encanto após a metade).
  • Guantanamera Cristal (Cuba). Bem, dizem que os cubanos são top, mesmo os que não são cubanos top, não? Pela amostra deste corona short filler, que obviamente não é top, apesar do meu juízo em nada ser especializado, devo aquiescer.
E é só isso. Registro feito, os próximos serão conforme "prometido": "foto e algum breve comentário, talvez incluindo alguma informação sobre minhas impressões".

E a garagem-bar assim vai "tomando forma"!

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