Meu querido confrade,
Estamos já em conversas alhures e precisamos retomá-las, também alhures. Então serei bastante breve, pois há um único ponto de nossa conversa que eu ainda não estou satisfeito com como falei dele a você e penso ser importante que eu fale dele em público.
Em dado momento eu afirmei coisas de forma que seu caráter, quanto à honestidade intelectual, ficou posto em dúvida. Sim, isto foi intencional. Mas em momento algum eu de fato questionei seu caráter. Nunca tive dúvida alguma quanto a isso. Mas usei o questionamento como uma forma de você parar para pensar no que estava falando, para as consequencias de suas palavras. Foi um apelo ao seu bom senso.
Creio que valeu a pena, mais ainda pelo que falamos depois em particular. Mas, por você ter se sentido ofendido em público eu peço seu perdão. E em público eu coloco as coisas em seu lugar, afirmando aqui o que realmente penso e revelando a intenção do que eu disse.
Considero que isto seja necessário, pois só percebi ter ido longe demais em público quando já tínhamos atravessado o limite. Aquelas últimas palavras deveriam ter sido faladas em particular como foi o resto de nossa conversa. E eu realmente preciso tomar mais cuidado com isso.
Que Deus nos abençoe em nossa luta comum!
SOLI DEO GLORIA!
1 comentários:
Roberto,
Infelizmente a contabilidade (área com a qual não tenho a menor afinidade) me impede agora de podermos retomar adequadamente as conversas particulares como deveria. Mas não me impediu de ler, nem de me alegrar com o que li. Obrigado pelas palavras, irmão.
Que o Senhor seja glorificado em nós. Assim que puder, volto ao que estamos conversando alhures.
Graça e paz do Senhor,
Helder Nozima
Barro nas mãos do Oleiro
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