Recebi uma reclamação de injustiça quanto a apresentação de
contradição em:
Quando diz respeito à continuação dos milagres, quer ocorram a uma pessoa ou por meio de uma pessoa, a doutrina da soberania de Deus resolve o assunto.Todavia, devemos reconhecer que a questão não é resolvida afirmando-se a mera doutrina da soberania de Deus, visto que ela tem a ver com como ele usa essa soberania com relação aos dons espirituais, e o que ele revelou na Escritura sobre isso.
Ora, a contradição está posta e é clara. Pouca diferença faz
se podemos entender o que ele quis dizer. Até porque o que está em questão é o
rigor e a precisão lógica, que escapam aqui a Cheung.
Mas farei o seguinte, direi o mesmo que foi dito, não quanto
ao texto todo, mas quanto à contradição, sem ter preocupações quanto ao rigor,
mas também sem cair em seu erro:
No que diz respeito a eventos extraordinários, dons ou milagres, a chave para entender o assunto é a soberania de Deus, no sentido de que depende de Deus querer realiza-los e de como quer realiza-los. E a discussão sobre os dons, como tudo o mais, depende do que Ele nos revela a respeito.
É simples evitar o erro. Basta um pouco de cuidado. Talvez, não tivesse Cheung seus rompantes categóricos, ele
fosse mais feliz em suas considerações. Mas aqui ele não foge à contradição.
Ele não escapa ao erro que condena nos demais. Não exige de si o que exige de outros. Mas, eis o ponto, como ele julga será
julgado...
SDG!
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